Kremlin confirma presença de Lula e outros 20 líderes mundiais no Desfile da Vitória em Moscou

RS/Via Fotos Publicas O governo russo anunciou que mais de 20 chefes de Estado e de governo já confirmaram presença nas celebrações do 9 d...

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O governo russo anunciou que mais de 20 chefes de Estado e de governo já confirmaram presença nas celebrações do 9 de Maio, data que marca a vitória sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial. Entre os nomes de peso que devem comparecer à Praça Vermelha em 2026 está o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a lista final de convidados ainda está sendo processada, mas adiantou que nomes estratégicos do chamado "Sul Global" e de aliados históricos já garantiram participação.

Além do presidente brasileiro, a diplomacia russa aguarda líderes de potências emergentes e parceiros regionais. Confira os principais nomes confirmados ou em negociação avançada:

  • BRICS e Ásia: Xi Jinping (China) e Narendra Modi (Índia).
  • América Latina: Além de Lula, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, integra a comitiva.
  • Europa e Bálcãs: Aleksandar Vučić (Sérvia) e o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico.
  • Ex-Repúblicas Soviéticas: Líderes de Belarus, Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão.
  • Outras regiões: Representantes do Laos e de Guiné-Bissau.
  • Em negociação: O Kremlin avalia a possível visita do líder norte-coreano, Kim Jong-un.

Como tem ocorrido nos últimos anos, as principais potências ocidentais — EUA, Reino Unido, Alemanha e França — não enviarão representantes. O movimento é lido como um gesto político de isolamento à Rússia em meio às tensões geopolíticas atuais.

A posição mais rígida partiu dos Estados Bálticos (Lituânia, Letônia e Estônia), que não apenas boicotaram o evento, como bloquearam o uso de seu espaço aéreo para delegações que se dirigem a Moscou. Polônia e Japão também mantêm a política de recusa sistemática.

A lista deste ano trouxe baixas inesperadas para o governo de Vladimir Putin:

  1. Turquia: Apesar da cooperação estratégica, o presidente Recep Tayyip Erdoğan declinou o convite.
  2. Oriente Médio: Autoridades dos Emirados Árabes Unidos e da Arábia Saudita não devem comparecer.
  3. Hungria: O recém-eleito Peter Magyar também é apontado como ausência provável, sinalizando uma possível mudança de tom em relação aos anos anteriores de Budapeste.

O Kremlin aproveitou para desmentir boatos sobre o cancelamento do desfile por questões de segurança, garantindo que os preparativos seguem o cronograma oficial.

Em nota, o governo russo reforçou que o evento é uma celebração da memória histórica e que "líderes de Estados hostis" não foram convidados. Por outro lado, a Ucrânia iniciou uma campanha diplomática pedindo o boicote total ao evento, classificando o desfile como uma peça de propaganda política.

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