Historiador analisa o "fim da soberania" em 2026

Análise: Fernando Horta discute o fim da soberania, o papel dos EUA e a urgência de uma nova política de defesa para o Brasil.

Nova York/EUA - 04/01/2026 - MUNDO - Ex-Presidente Nicolás Maduro na chegada a Nova York e na sede da DEA após sua captura na Venezuela. Foto: RS/Fotos Públicas
Nova York/EUA - 04/01/2026 - MUNDO - Ex-Presidente Nicolás Maduro na chegada a Nova York e na sede da DEA após sua captura na Venezuela. Foto: RS/FP

EUA invadem Venezuela e capturam Maduro

Análise: Fernando Horta discute o fim da soberania, o papel dos EUA e a urgência de uma nova política de defesa para o Brasil.

A operação militar dos Estados Unidos na Venezuela em 3 de janeiro de 2026, que culminou na captura e extradição de Nicolás Maduro para Nova York, marca o que analistas e historiadores já chamam de o "fim da era da soberania". Em análise geopolítica contundente, o historiador Fernando Horta descreveu o cenário como o marco inicial de um novo mundo regido pela lei do mais forte, onde as instituições internacionais foram definitivamente esvaziadas de poder.

Abaixo, detalhamos os principais pontos da análise de Horta em conexão com o cenário noticiado pelos principais veículos de imprensa nacional e internacional.

Ataque e a queda de Caracas

Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, forças de elite norte-americanas realizaram bombardeios cirúrgicos em Caracas. Segundo informações convergentes da imprensa internacional, a ofensiva resultou em dezenas de mortes e na rápida neutralização das defesas venezuelanas. Horta argumenta que essa ação não foi apenas uma operação policial contra o narcotráfico, mas um ato de guerra brutal que destruiu o conceito fundamental de soberania nacional.

Para o historiador, a facilidade da incursão indica que o sistema de defesa antiaéreo venezuelano foi neutralizado por superioridade tecnológica ou deserção interna, expondo a vulnerabilidade de nações periféricas diante de potências nucleares.

Crítica às "esferas de poder"

Fernando Horta rebateu as teses que sugerem que a ação dos EUA seria uma "boa notícia" para a Rússia e a China ao consolidar a divisão do mundo em esferas de influência. Horta classifica essa visão como anacrônica.

  • Dependência Global: Em um mundo globalizado, o controle de semicondutores e o fluxo de commodities impedem o isolamento em blocos herméticos.
  • Provocação de Trump: A invasão é vista como uma tentativa de Donald Trump de acelerar um confronto global enquanto os EUA ainda detêm vantagem militar tecnológica.

Brasil e o recuo diplomático

A reação do governo brasileiro foi alvo de críticas severas na análise. Embora o Palácio do Planalto tenha classificado a ação como uma "afronta gravíssima", a resposta diplomática é vista como insuficiente diante da gravidade do precedente aberto.

Horta alerta que, após a Venezuela, o Brasil poderá ser alvo de pressões semelhantes, visando não apenas o petróleo da camada pré-sal, mas o controle de terras raras essenciais para a indústria tecnológica global. Enquanto a oposição interna celebra a queda de Maduro, a diplomacia brasileira tenta equilibrar a condenação à violação de fronteiras com a manutenção de relações comerciais com Washington.

Proposta da dissuasão nuclear

Diante da falência do Direito Internacional, o historiador defende uma mudança radical na política de defesa brasileira. Segundo sua tese:

"A única diferença entre a Venezuela, que foi invadida, e a Coreia do Norte, que é respeitada diplomaticamente, é que esta última possui a bomba atômica."

Para Horta, o Brasil deveria considerar o desenvolvimento de tecnologia de dissuasão como o único meio de garantir a sobrevivência da soberania nacional em um século XXI marcado pelo autoritarismo militarista.

Contexto Internacional: Enquanto Maduro aguarda julgamento no Brooklyn sob acusações de narcoterrorismo, o mundo observa a reação cautelosa de Pequim e Moscou. Para Fernando Horta, 2026 consolida-se como o "ano de todos os golpes", onde a segurança nacional não mais se pauta por leis, mas pela capacidade de resistência bruta.

Baseado na transmissão ao vivo: 2026: O ano de Todos os Golpes - Fernando Horta.

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