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Jovens querem mais do que salário: equilíbrio, reconhecimento e bem-estar são prioridades no mercado de trabalho

Imagem gerada por IA / Dall-e Antigamente, um bom salário, vale-transporte e estabilidade bastavam para atrair e reter talentos. Hoje, es...

Imagem gerada por IA / Dall-e

Antigamente, um bom salário, vale-transporte e estabilidade bastavam para atrair e reter talentos. Hoje, essa lógica mudou — especialmente entre os jovens. Profissionais da geração Z estão priorizando mais do que cifras: eles querem qualidade de vida, propósito, reconhecimento e equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. Essa nova mentalidade tem provocado mudanças no mercado e nos ambientes corporativos.

A Vanessa é um exemplo. Após deixar um cargo em uma grande empresa, ela escolheu um novo emprego com jornada flexível e uma liderança mais empática, que compreende suas necessidades para além das metas e prazos. A decisão veio da vontade de estar mais presente com a família. “Eu saía de casa com meus filhos dormindo e voltava do mesmo jeito. Sentia falta de tempo de qualidade com eles. Até eles passaram a me cobrar”, conta.

Outros jovens, como Milena, optaram por caminhos ainda mais ousados. Ela deixou o emprego formal e decidiu abrir a própria empresa. A motivação não foi apenas empreendedora, mas também humana: “Não adianta ser um profissional qualificado, premiado, se você não está bem consigo mesmo. A gente tenta entender o todo para que cada pessoa consiga se desenvolver como ser humano.”

A busca por esse “todo” ganhou até um nome: salário emocional — um conjunto de benefícios que vai além do pagamento financeiro, como flexibilidade de horários, folga no dia do aniversário, plano de carreira e reconhecimento constante.

Dados recentes do IBGE mostram que jovens com até 30 anos já representam 23% da força de trabalho no país. Para o especialista em educação de jovens e adolescentes, Antônio Pasin, essa geração busca equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. “Essa nova geração está deixando claro que não quer apenas um contracheque no fim do mês. Eles desejam experiências significativas, relações mais humanas dentro das empresas e tempo livre para cuidar de si mesmos e da família.”

O recado está dado: para manter jovens talentos, será preciso mais do que benefícios tradicionais. Será preciso escutá-los.

Com informações da TV Canção Nova





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