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Conheça os planos dos ex-governadores do DF para 2022

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Conheça os planos dos ex-governadores do DF para 2022
Foto: Divulgação

Por Fred Lima

Cristovam na biblioteca

Idealizador do Bolsa Escola e da Faixa de Pedestre quando governou o Distrito Federal, Cristovam Buarque deixou o Senado em 2018, após representar a capital por dois mandatos. Antes, além de ter ocupado o cargo de governador, o ex-reitor da UNB foi ministro da Educação do governo Lula. Sobre um retorno à cena política do próximo ano, Cristovam afirmou que, atualmente, não vê essa possibilidade. “Se a decisão fosse hoje, diria que não. Estou muito bem, produzindo bastante, sem a agenda e dificuldades de um mandato. Mas ainda tem tempo pela frente”, avaliou.

Arruda nos bastidores

Fora de cargo mandatário desde 2010, quando perdeu o posto de governador devido ao escândalo da Caixa de Pandora, o ex-governador José Roberto Arruda se tornou um grande estrategista nos bastidores da política local. Em 2018, planejou a vitória da esposa à Câmara dos Deputados, sendo a mais votada. Na articulação do PL para obter uma vaga no governo Bolsonaro, Arruda atuou como um leão diante das hienas famintas do centrão para que Flávia fosse a escolhida. Mesmo sem poder disputar, o ex-governador já ajusta a bússola e começa a traçar no mapa os próximos passos para influenciar a eleição majoritária do DF daqui um ano.

Rosso no setor privado

Outro ex-governador de Brasília que também parece ter desistido da política é Rogério Rosso. Em entrevista à coluna, Rosso disse que sua colaboração como homem público se encerrou na eleição passada. “Minha participação na política agora é como observador e eleitor. Vim do setor privado e para ele voltei. Com muita honra e dedicação entendo que já dei a minha contribuição ao DF. A fila anda e tem gente muito boa por aí para nos representar”, assegurou.

Agnelo no ostracismo

Diferentemente de seu sucessor, Agnelo Queiroz não conseguiu sequer ir ao segundo turno da eleição de 2014. Em 2017, o petista foi preso por envolvimento no superfaturamento das obras do Estádio Mané Garrincha. Desde então, Agnelo desapareceu da política brasiliense. Em 2022, o PT deve escolher o ex-deputado federal Geraldo Magela para concorrer ao Buriti.

Rollemberg no Congresso

O ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) não será candidato ao Executivo no próximo ano. Seu objetivo é se candidatar ao Senado ou à Câmara dos Deputados. A senadora Leila Barros, correligionária de Rodrigo, será a postulante da legenda ao GDF. Como só tem uma vaga ao Senado, o ex-governador está mais propício em disputar uma das oito vagas para a Câmara.

Chagas no quartel


Quarto colocado para o Palácio do Buriti no pleito anterior, o general Paulo Chagas surpreendeu a todos ao figurar na frente de nomes tradicionais da política brasiliense, como da ex-distrital Eliana Pedrosa, e do ex-deputado federal, Alberto Fraga. Segundo o militar, apesar dos pedidos para que seja candidato novamente, o retorno está descartado. “Não tenho interesse nem vejo motivo para fazer outra incursão nesta área, embora muita gente me diga o contrário”, manifestou.


Da Redação de LUPA POLÍTICA
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