Sem previsão de retorno, greve do Metrô DF completa 30 dias

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Enquanto passageiros sofrem com falhas técnicas e espera prolongada, a queda de braço entre o Sindicato dos Metroviários (Sindmetrô) e a estatal continua. Ainda não houve acordo suficiente para interromper a greve iniciada em 9 de novembro.

A disputa chegou ao Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT/10), que estipulouregras para funcionamento dos trens durante a greve. Mas nem mesmo o Ministério Público do Trabalho (MPT) conseguiu fazer sindicato e Metrô conversarem. A categoria pede reajuste de 8,41% e a contratação de novos funcionários aprovados em concurso.

Sem solução para o impasse, as duas partes garantem, ao menos, o funcionamento de 18 dos 24 trens nos horários de pico(6h-8h45 e 16h45-19h30). À noite, quando apenas três veículos operam, o tempo de espera pode chegar a uma hora.

Fonte: Jornal Mangueiral
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