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Dasa e sua rede de hospitais e oncologia organizam flash mob em 4 cidades brasileiras para lembrar que o Outubro Rosa é sempre

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Ação surpresa teve gravação inédita de Elba Ramalho com DJ Bhaskar e aconteceu simultaneamente em São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói e Brasília




A Dasa, maior rede de saúde integrada do país, por meio de suas marcas de hospital e oncologia, promoveu na manhã desta terça-feira, 12 de outubro, um flash mob simultâneo em lugares icônicos de quatro cidades brasileiras: Parque do Ibirapuera (SP), Calçadão de Copacabana (RJ), Praia de Icaraí (Niterói) e Parque da Cidade (Brasília).

A ação faz parte da campanha #OutubroRosaSempre e tem como objetivo conscientizar a população, especialmente as mulheres, sobre a importância do diagnóstico precoce no enfrentamento do câncer de mama, que é a primeira causa de morte por câncer na população feminina em todas as regiões do Brasil, exceto no Norte, onde o câncer do colo do útero registra a maior taxa de incidência, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Dirigidos por Marcel Anselmé, que integra o Balé da Cidade de São Paulo, 80 bailarinos se apresentaram sob o som da música A Cor É Rosa, de autoria do musicista Silva, que foi interpretada por Elba Ramalho em uma mixagem especial do DJ Bhaskar. A cantora, que venceu a batalha contra o câncer de mama descoberto em 2010, abraçou a causa e participou da gravação feita especialmente para a ocasião. A ativação aconteceu ao ar livre e seguiu todos os protocolos de saúde estabelecidos pelas autoridades sanitárias.

O movimento ganhou as ruas e ainda mais visibilidade com o apoio de influenciadores digitais que marcaram presença: Cris Coimbra, Alice Castro e Roberta Marques e Ana Flávia, alguns deles parceiros das marcas de diagnóstico e dos hospitais da Dasa, como Nove de Julho e Santa Paula (SP), Complexo Hospitalar de Niterói (CHN) e São Lucas Copacabana (RJ) e Hospital Brasília (DF).

Um alerta ao cuidado com a saúde

Além do flash mob, a Dasa e suas marcas de diagnóstico promoveram outras ações para ampliar a visibilidade e o engajamento à campanha #OutubroRosaSempre.

No Rio de Janeiro, por exemplo, as pessoas que passeavam pelo calçadão de Copacabana foram convidadas a responder um quiz sobre cuidados com a saúde e a importância do diagnóstico precoce nos casos de câncer de mama. As respondentes com 35 anos ou mais, que são o público-alvo da campanha, receberam guarda-sóis das marcas Sérgio Franco e CDPI estilizados com uma ilustração alusiva ao Outubro Rosa. Para outras faixas etárias, o gift foi uma máscara rosa personalizada.

Outubro Rosa agora é sempre

O flash mob foi mais um passo dado pela Dasa e suas marcas de hospitais e diagnóstico para lembrar que a realização de consultas médicas e exames preventivos não pode esperar, sobretudo em casos oncológicos.

Um levantamento feito pelo time de Analytics da Dasa identificou que 2,8 milhões de mulheres com idade elegível e indicação clínica para a realização de mamografia deixaram de fazer exames de rastreio ou para o diagnóstico de câncer de mama na rede durante os últimos 12 meses. A análise revela que 91,1% das brasileiras podem não estar com o acompanhamento em dia.

“Esse dado é bastante preocupante e nós não podíamos ficar parados. Nossa ideia para dar maior visibilidade ao tema foi antecipar a conversa sobre câncer de mama e Outubro Rosa para agosto como forma de relembrar a população que os cuidados com a saúde e o bem-estar precisam ser agora, sempre e que não podem esperar”, explica Allan Macintyre, diretor de marketing da Dasa.

Em agosto, a Dasa lançou a campanha Outubro Rosa Agora sob o conceito “o diagnóstico precoce pode salvar vidas”. Essa primeira fase contou com mídia OOH em relógios de rua, abrigos de ônibus e painéis de LED em shoppings do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

A segunda fase contou com ativações nas principais redes sociais da marca, como YouTube, Instagram, Facebook e Twitter, com o apoio e endosse de um squad de influenciadores digitais.

Até novembro deste ano, a campanha vai doar 3,6 mil mamografias – mais de 80% em relação ao ano passado – para mulheres atendidas pelas ONGs Américas Amigas e Marque Esse Gol, seguida de consulta com médicos da organização Horas da Vida, que encaminharão as pacientes para seguirem o tratamento via SUS, se necessário.


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