Apple remove Parler da App Store

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A Apple removeu a rede social Parler da App Store, após acusações de que o aplicativo estava promovendo apelos à violência antes e após a invasão ao Capitólio dos Estados Unidos.

“Sempre apoiamos diversos pontos de vista sendo representados na App Store, mas não há lugar em nossa plataforma para ameaças de violência e atividades ilegais. Parler não tomou medidas adequadas para lidar com a proliferação dessas ameaças à segurança das pessoas. Suspendemos Parler na App Store até que eles resolvam esses problemas”, diz um comunicado da empresa na noite deste sábado (9).

A plataforma tem sido um refúgio para conservadores do mundo inteiro que estão desejando uma rede que não exerça censura.

Nesta última sexta-feira (8), a Apple lançou um ultimato a Parler e exigiu que a rede social removesse supostos conteúdos que violassem as políticas da empresa, além de fornecer um plano sobre como moderará o conteúdo no futuro, o que foi relatado pela primeira vez pelo BuzzFeed News.

A Apple disse que Parler tinha 24 horas para fazer as mudanças, caso contrário, seria removido da App Store.

Ao longo desta briga, o Atualidade Política apurou que a Parler chegou a propor mudanças, mas a Apple decidiu que não eram suficientes, de acordo com um comunicado.

Segundo a Apple, “os processos que Parler implementou para moderar ou prevenir a disseminação de conteúdo perigoso e ilegal se mostraram insuficientes” e que Parler não retornará à App Store até que “demonstre sua capacidade de moderar e filtrar eficazmente o conteúdo perigoso e prejudicial em seu serviço”.

A rede social foi fundada por um dos líderes do grupo de jovens Students For Trump, Ryan Fournier, que chama a rede social de “uma plataforma em que você não precisa se preocupar em ser censurado ou banido porque pensa diferente de quem administra a rede”.

Compromissados com a liberdade de expressão dos usuários, os responsáveis da Parler estão dispostos a colocar um fim nos diálogos e prosseguirem de forma independente.

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