Vilmar Rocha é mais um que não aceita Eliton goela abaixo

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O secretário do Meio Ambiente, Cidades, Infraestrutura e Assuntos Metropolitanos, Vilmar Rocha (PSD), tem sido muito sincero nos últimos dias. Já expôs publicamente que é candidato a governador ou a senador em 2018, disse nas entrelinhas que não aceita a candidatura de José Eliton (PSD) "goela abaixo" e tem dito que pode se aliar com o PMDB em 2018

O fato concreto é que Eliton não tem experiência política - nunca disputou uma eleição encabeçando uma chapa -, é visto como infiel a partidos políticos (nos últimos 4 anos esteve em três legendas diferentes) e desastroso administrativamente, tanto que ajudou a enterrar a Celg, não conseguiu fazer a Secretaria de Desenvolvimento decolar e foi um fracasso retumbante na Secretaria de Segurança Pública - onde ainda nem sequer largou o osso. 

Não é de hoje que Vilmar é o aliado de Marconi mais sincero. Recentemente, ele confessou o que antes era “inconfessável”: a obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no eixo da Avenida Anhanguera, em Goiânia, não vai sair do papel. 

No caso, para ser mais específico, nem chegou ao papel, já que a obra nem teve estudo de impacto apresentado em Brasília para captação de recurso. Vilmar disse que a obra não existirá “porque não tem recursos”. “O VLT não vai sair. Sabe por quê? Não tem recursos”, afirma Vilmar ao lembrar que o Estado deveria investir mais de R$ 1 bilhão. Mais do que isso, Vilmar diz que a obra nunca foi prioritária. “Tem obras muito mais prioritárias, como na saúde, do que essa construção do VLT. Eu acho que o projeto está aí, está mantido, mas no momento não tem condições financeiras de executá-lo. Nem prazo para isso”, define.
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MCB

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