Brasília foi a cidade que registrou a maior alta nos custos da construção civil em Julho de 2015

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O INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado), indicador da evolução dos preços de materiais, equipamentos, serviços e mão de obra utilizados no setor de construção civil brasileiro, fechou o sétimo mês do ano com variação mensal de 0,66%. Das sete metrópoles aferidas pelo índice, Brasília foi a que apresentou a maior alta entre junho e julho de 2015.


Cinco capitais apresentaram desaceleração em suas taxas de variação: Salvador, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Em contrapartida, Brasília e Porto Alegre registraram aceleração.

Confira abaixo as variações percentuais do Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado nas sete capitais aferidas pelo indicador:

– O índice de custo de construção aferido em Belo Horizonte registrou alta de 0,15% em junho e baixa de -0,10% em julho (diferença de variação de -0,25%)

– O índice de custo de construção aferido em Porto Alegre registrou alta de 0,31% em junho e alta de 0,76% em julho (diferença de variação de 0,45%).

– O índice de custo de construção aferido em Rio de Janeiro registrou alta de 2,87% em junho e baixa de -0,09% em julho (diferença de variação de -2,96%).


– O índice de custo de construção aferido em Salvador registrou alta de 0,24% em junho e alta de 0,18% em julho (diferença de variação de -0,06%).

– O índice de custo de construção aferido em Brasília registrou alta de 0,29% em junho e alta de 0,92% em julho (diferença de variação de 0,63%).

– O índice de custo de construção aferido em São Paulo registrou alta de 3,43% em junho e alta de 1,12% em julho (diferença de variação de -2,31%).

– O índice de custo de construção aferido em Recife registrou alta de 0,28% em junho e alta de 0,02% em julho (diferença de variação de -0,26%).

O INCC-M é calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base nos preços de materiais, equipamentos, serviços e mão de obra utilizados no setor de construção civil, coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Fonte: ADVFN
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