Parque Dona Sarah Kubitscheck - Parque da Cidade

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Danntec Engenharia

O lugar foi projetado por volta de 1978 na intenção de conservar a área verde de Brasília. Hoje ele é o maior parque urbano do mundo







Embora muito frequentado, poucos sabem que o Parque da Cidade Sarah Kubitscheck em Brasília, é o maior parque urbano do mundo, com 420 hectares. O segundo maior é o Central Park, em Nova York, que tem 320 hectares. Com quatro milhões e duzentos mil metros quadrados, o Parque da Cidade tem opções de lazer, como: parque de diversões, quiosques, lago, pavilhão de exposições, pista para corrida e caminhada, área de churrasqueiras e parque infantis. Esportes como: caminhada, corrida, ciclismo e patinação de 4, 6 e 10 km. Em sua extensão encontram-se quadras de areia para vôlei, futevôlei, futebol de areia e peteca, além de quadras de tênis, futebol de salão, vôlei de quadra e basquete. Há ainda seis playgrounds, o “Castelinho”, o espaço “Renato Russo” situado à beira do lago, o tradicional Parque Ana Lídia e a biblioteca do cerrado. Disponibiliza mesas e bancos espalhados por todo o parque para o conforto dos usuários com 88 churrasqueiras e 16 estações com banheiros ao longo de todo o percurso. Conta ainda com permissionários que, há muitos anos, proporcionam lazer aos usuários, como o Parque Nicolândia, os Restaurantes Gibâo e Alpinus, a Hípica, o Kart Carrera, entre outros. Nos finais de semana o Parque da Cidade recebe inúmeros eventos esportivos, culturais, religiosos e de lazer. Segundo a administração, de segunda a sexta circulam pelo Parque 40 mil pessoas, no sábado, 60 mil e no domingo cerca de 80 mil pessoas, entre usuários do Parque da Cidade e visitantes. Nos grandes eventos este número chega a dobrar. 

São expressivas as atividades de lazer no Parque. Por isso as medidas de segurança adotadas na atual gestão proporcionaram um aumento considerável de usuários. “Temos incentivado muito a prática de esportes e todos os tipos de eventos nos mais diversos segmentos, que semanalmente enchem o parque de opções de lazer”, ressaltou o administrador do parque Paulo Dubois, que agora se afastou do cargo para concorrer a uma vaga na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Segundo ele, a primeira medida em 2011, foi cuidar da segurança. “Encontramos o Parque numa situação caótica. Dezesseis festas noturnas por mês, irregulares, na maioria das vezes infernizavam a vida dos nossos usuários, dos moradores das regiões vizinhas e recheavam o parque de crimes de toda ordem”. Nas madrugadas os traficantes, sequestradores, assaltantes e os mais diversos marginais dominavam os estacionamentos para praticarem os seus crimes. Por esta razão, foi atendido a uma antiga reivindicação dos usuários e da Segurança Pública do DF, colocando dispositivos de fechamento em doze estacionamentos, de meia noite as cinco da manhã. O resultado prático desta ação e das inúmeras operações policiais foi o fim das famigeradas festas noturnas, a redução da criminalidade, e o retorno das boas práticas, dos atletas e dos demais usuários no período noturno. As reuniões com a Policia Militar, a Polícia Civil e os órgãos de fiscalização com ênfase à AGEFIS para as estratégias de segurança preventiva, ostensiva e investigativa, foram também fundamentais para alcançar um patamar desejável de segurança. “Estes órgãos atuam sistematicamente no Parque, são profissionais da mais alta competência”, afirma o administrador. 

Caminhada no Parque da Cidade
Outro ponto que Paulo Dubois destaca, é o orgulho do contato direto que tem com usuários, e com os diversos segmentos organizados do Parque. Segundo ele, parceiros que ajudam a definir as prioridades e a encontrar as soluções para os problemas. “Graças a esta gestão democrática e participativa fizemos a maior plenária do Orçamento Participativo com a eleição de 28 delegados no ano de 2011 e 42 delegados em 2012, o maior número de Brasília. Elegemos ainda um conselheiro do Parque em 2011 e outro em 2012. Muitas outras realizações só foram possíveis graças à determinação do Governador Agnelo Queiroz e do então administrador de Brasília, Messias de Souza, do fundamental trabalho da equipe da diretoria do Parque, da equipe de trabalho da Administração Regional de Brasília e dos diversos órgãos do GDF”, finaliza.


Paulo Dubois


Nasceu em Salvador / BA em 15 de fevereiro de 1969, morou em Jaguaquara /BA até 1978. Chegou a Brasilia, no dia 20 julho de 1978, ano em que iniciou os seus treinamentos de judô. Participou dos movimentos pela emancipação política do DF entre 1983 e 1985. Como lider estudantil participou ativamente do movimento das Diretas Já. Aos 18 anos foi eleito presidente da Associação de Judô Ismar, foi também presidente da Federação Metropolitana de Judô, da Liga de Judô do DF e do Entorno e da Liga Nacional de Judô. Atualmente é Vice-presidente da Federação Mundial de Judô. Foi vice-presidente da Federação de Desporto Escolar do DF e membro da Confederação Brasileira do Desporto Escolar. Participou da Comissão de Lutas do Conselho Regional de Educação Física. Professor de Judô desde o ano de 1984, ele é proprietário da Academia Paulo Dubois. Protetor de animais e participante dos movimentos em defesa da Causa Animal. Tornou-se ativista e amante incondicional da natureza, incentivado pelas atividades exercidas no Parque da Cidade.





GDF investe no Parque da Cidade



Milhares de brasilienses passam pelo Parque da Cidade Sarah Kubitschek diariamente e notam que uma série de obras está em realização. A mais recente é a recuperação de todo o alambrado do terreno. O serviço deve ser concluído em julho.


Esta é mais uma reivindicação dos nossos usuários que o governo atende. A melhoria é importante para a segurança e a beleza do parque, pois é uma carta de apresentação é a primeira coisa que a população vê ao chegar aqui”, declarou Paulo Dubois.

Além disso, estão em andamento a nova entrada da 912 Sul, a iluminação dos estacionamentos e a instalação de câmeras de monitoramento. Estão previstas para começar e serem concluídas, ainda este

ano, as obras da nova pista de cooper e a reforma de todos os parques infantis. A revitalização da Praça das Fontes também começará, em breve, e deve ser concluída até o próximo ano. A comunidade será beneficiada, mais uma vez.


Acompanhe a entrevista com Paulo Dubois concedida à Revista RA1






(RA1) Quais os projetos para a prática esportiva no Parque da Cidade?

(Paulo Dubois) O Parque da Cidade é o maior espaço de lazer do DF e o esporte é um dos nossos carros chefes. Quadruplicamos o número de eventos esportivos no Parque nestes últimos três anos. Reformamos a maior parte das estruturas desportivas e fomentamos a prática não apenas como atividade física, mas também do entretenimento e lazer. O Parque é o local preferido da população para prática de algumas modalidades esportivas, de onde saem hoje alguns dos melhores atletas do Brasil em modalidades como futevôlei, vôlei de praia, patinação de velocidade e atletismo.


(RA1) Brasília não tem praia, o Parque é considerado a praia do brasiliense. Qual a importância desse espaço para a comunidade?

(PD) O Parque da Cidade é o espaço mais democrático e eclético do Brasil. Ele é a nossa praia, ponto de encontro de todas as tribos e tendências. É um local onde o trabalhador tem garantido o direito sagrado de lazer gratuito para si e toda a sua família. É o maior parque urbano do mundo.


(RA1) Qual a previsão de entrega das obras que estão sendo feitas?

(PB) Muitas obras foram realizadas e entregues, aliás esta é uma nova realidade do Parque, desde 2011. Temos trabalhado muito em busca de soluções. Administrar não é uma tarefa fácil, mas quando vemos realizações, a satisfação é grande. É maravilhoso ver que o parque tem vida e que é amado pela população do Distrito Federal. Amo esse lugar e sei que ele é amado por muitas pessoas também. Qualquer um que passa por aqui percebe que as pessoas curtem o nosso parque de diversas maneiras, abriga crianças, adolescentes, adultos e pessoas da melhor idade. É bom lugar para relaxar ou para a prática de esportes.


(RA1) O que está sendo feito para efetivar a segurança no Parque da Cidade?

(PB) Este é um esforço que começou com o enfrentamento dos eventos ilegais que ocorriam no Parque da Cidacie, praticamente desde a sua inauguração até o ano de 2011, ocasião em que fizemos a ordem de serviço - que garantiu o fechamento dos estacionamentos dando fim a alguns eventos que traziam ao Parque uma esfera de marginalidade. Se não fosse a coragem do Governador Agnelo Queiroz e a do então Administrador de Brasília, Messias de Souza, não teríamos conseguido resolver esta questão, muito apadrinhada por sinal. Outras medidas importantes foram tomadas, como o aumento substancial do efetivo policial e da segurança privada. As últimas obras de iluminação, alambrados e câmeras de vídeo monitoramento, se somam a estas iniciativas que permitem - hoje - ao Parque da Cidade uma condição histórica de investimentos.


(RA1) Paulo, o que você gostaria e destacar nessa entrevista?

(PD) Brinquei no Parque antes mesmo da sua inauguração. Aqui estive em 11 de outubro ele 1978 quando foi inaugurado e fiz amigos. Aqui namorei, malhei e me diverti muito. Este espaço faz parte da minha Vida e é o lugar que mais amo no DF. Quis o destino que eu viesse trabalhar neste paraíso e poder devolver um pouquinho daquilo que recebi do DF e do Parque da Cidade. Fizemos o que estava ao nosso alcance e contei com um governo de visão privilegiada que investiu mais do que qualquer outro no Coração de Brasilia, o nosso amado Parque da Cidade.

Acompanhe as atividades de Paulo Dubois em seu perfil do Facebook. www.facebook.com/paulodubois.com.br
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