Em Convenção, PT confirma a candidatura de Dilma à reeleição

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A candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição foi aprovada por aclamação neste sábado (21), durante convenção nacional do PT em Brasília. O evento, contou com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidatos petistas, membros da Executiva Nacional e representantes de partidos aliados. Foi lançada  na convenção a campanha pela realização da reforma política no país.


Durante a Convenção , Dilma anunciou o Plano de Transformação Nacional, que será o principal eixo do seu programa de governo.

A presidenta explicou que o plano engloba um conjunto de medidas de mudanças que vai levar o país a um novo ciclo de desenvolvimento. São elas: reformas política, federativa, urbana e de serviços públicos e outros mecanismos capazes de produzir uma revolução educacional, uma revolução tecnológica e uma revolução digital.

"Temos, agora, uma oportunidade rara na história: defender os grandes resultados de um ciclo fabuloso e, ao mesmo tempo, ter força para anunciar o nascimento de um novo ciclo de desenvolvimento", disse Dilma, ao anunciar o Plano de Transformação Nacional.



Segundo Dilma, o principal mecanismo para deflagrar uma revolução digital no país será o programa Banda Larga para Todos, que tem como meta promover a universalização do acesso de todos os brasileiros a um serviço de internet barato, rápido e seguro.

"O programa pressupõe tanto a expansão da infraestrutura de fibras óticas e equipamentos de última geração, como o uso da internet como ferramenta de educação, lazer e instrumento de participação popular, nas decisões do governo", Afirmou a presidenta.

Reforma Federativa

Dilma justificou a inclusão de uma reforma federativa no conjunto de reformas estruturais propostas por ela, alegando que "um Plano de Transformação Nacional desta envergadura só pode se concretizar com uma ampla reforma, capaz de redefinir os papéis dos entes federados" e crescentou: "Não é por acaso que alguns dos serviços públicos que apresentam mais deficiência são os que têm interface entre os governos federal, estaduais e municipais. É preciso reestudar e redefinir novos papéis e novas funções para os entes federados, porque a complexidade crescente dos nossos problemas exige esta mudança".

"São tão amplos os desafios, as propostas e as tarefas que temos, que é mais apropriado chamar de "novo ciclo histórico" – e não apenas de "novo ciclo de desenvolvimento"-, o que nos propomos construir, junto com o povo brasileiro, resumiu a presidenta.

Dilma entende que este novo ciclo histórico já está sendo gestado, em parte, pelos programas e projetos que estão em andamento no atual governo, como o PAC, o Minha Casa, Minha Vida, o Pronatec e o Ciência sem Fronteiras.


Fonte: Vermelho
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